Nesta segunda-feira (26), o governador do Acre, Gladson Camelí, sancionou a Lei nº 4.759, que institui a Plataforma Digital de Transparência Ambiental Participativa. A nova ferramenta passa a disponibilizar dados públicos sobre manejo florestal, licenciamento ambiental, ocorrências de queimadas e áreas de conservação em todo o território acreano
Foto: Ueslêi Araújo/Sema

Nesta segunda-feira (26), o governador do Acre, Gladson Camelí, sancionou a Lei nº 4.759, que institui a Plataforma Digital de Transparência Ambiental Participativa, ferramenta que disponibiliza dados públicos sobre manejo florestal, licenciamento ambiental, ocorrências de queimadas e áreas de conservação em todo o território do estado.

O projeto tem como objetivo fortalecer a transparência e a participação cidadã no debate sobre políticas públicas ambientais no Acre. A gestão da plataforma será feita pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), que também deverá firmar parcerias com universidades e organizações da sociedade civil para aperfeiçoar o sistema.

A Plataforma Digital de Transparência Ambiental Participativa também contará com um espaço para que o público faça sugestões de ações relacionadas às políticas ambientais estaduais. A expectativa é que pesquisadores e cidadãos interessados no tema possam também fiscalizar e acompanhar diferentes indicadores de sustentabilidade do Acre.

Outras plataformas de transparência ambiental

Além da nova ferramenta, o governo estadual, por meio da Sema, também administra outras duas plataformas digitais de transparência ambiental: Plataforma Climate Acre e o Selo Verde Acre.

A Climate Acre foi desenvolvida para mapear os impactos de inundações sobre populações vulneráveis no estado. O sistema também é utilizado para a realização de análises de riscos climáticos esubsidia ações de prevenção.

O Selo Verde Acre, desenvolvido em parceria com o Centro de Inteligência Territorial (CTI) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), é uma ferramenta de integração de dados ambientais, fundiários e socioeconômicos estaduais. O principal foco do projeto é monitorar as condições ambientais de imóveis rurais no estado.