
Apesar da volta das chuvas em janeiro, o clima continua preocupando o setor citrícola brasileiro quanto ao desenvolvimento da safra 2026/27, destaca o novo boletim semanal do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea-Esalq/USP), publicado nesta sexta-feira (23).
Em algumas regiões, as altas temperaturas levaram à queda de frutos em diferentes estágios. “A entrada de uma frente fria nos últimos dias trouxe ventos e aumentou a amplitude térmica, o que também pode prejudicar o desenvolvimento da safra”, indica o Cepea-Esalq/USP.
Segundo agentes consultados pelo centro de pesquisas, ainda é cedo para projeções mais precisas, mas o clima segue como grande fator de incerteza.
No mercado, o calor elevou a demanda por laranja de mesa, e houve momentos de dificuldade para atender aos pedidos. Frutas com boa qualidade, bom tamanho e ratio adequado foram negociadas a preços mais altos.