Produtores de citros do Estado de São Paulo têm até 15 de janeiro para enviar à Defesa Agropecuária o relatório de Cancro/HLB (Greening). O documento deve apresentar os resultados das vistorias trimestrais realizadas no segundo semestre de 2025.
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Apesar da volta das chuvas em janeiro, o clima continua preocupando o setor citrícola brasileiro quanto ao desenvolvimento da safra 2026/27, destaca o novo boletim semanal do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea-Esalq/USP), publicado nesta sexta-feira (23).

Em algumas regiões, as altas temperaturas levaram à queda de frutos em diferentes estágios. “A entrada de uma frente fria nos últimos dias trouxe ventos e aumentou a amplitude térmica, o que também pode prejudicar o desenvolvimento da safra”, indica o Cepea-Esalq/USP. 

Segundo agentes consultados pelo centro de pesquisas, ainda é cedo para projeções mais precisas, mas o clima segue como grande fator de incerteza

No mercado, o calor elevou a demanda por laranja de mesa, e houve momentos de dificuldade para atender aos pedidos. Frutas com boa qualidade, bom tamanho e ratio adequado foram negociadas a preços mais altos