Produtores de citros do Estado de São Paulo têm até 15 de janeiro para enviar à Defesa Agropecuária o relatório de Cancro/HLB (Greening). O documento deve apresentar os resultados das vistorias trimestrais realizadas no segundo semestre de 2025.
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As chuvas intensas registradas ao longo de janeiro afetaram o mercado citrícola paulista, sobretudo no segmento de mesa, aponta o novo boletim semanal do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea-Esalq/USP), publicado nesta sexta-feira (30). 

Segundo o centro de pesquisas, a umidade excessiva elevou a incidência de podridões e de fungos nos pomares, provocando queda de frutos e comprometendo a qualidade e a vida útil pós-colheita da laranja. 

“Nesse contexto, parte da produção destinada à indústria acaba sendo perdida, enquanto outra parcela chega ao mercado com padrão inferior, o que amplia a pressão sobre as cotações em um ambiente já caracterizado por oferta elevada”, explica o Cepea-Esalq/USP.

Ainda de acordo com o centro de pesquisas, o recebimento de frutas no spot permanece mais contido, com indústrias concentradas no cumprimento dos últimos contratos e no processamento de fruta própria