Um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), indica que o setor pecuário brasileiro poderá reduzir em pelo menos 79,9% as emissões de CO2 até 2050
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Os preços do boi gordo e da carne bovina vêm se mantendo firmes neste primeiro mês de 2026, mesmo em um período sazonalmente marcado por menor consumo, destaca o novo boletim semanal do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea-Esalq/USP), publicado nesta quinta-feira (22).

Segundo o centro de pesquisas, o suporte vem das escalas de abate mais curtas, refletindo as demandas externa e interna relativamente aquecidas e a restrição da oferta no campo.

“Neste ano, pecuaristas têm tido condições de deixar os animais no pasto por mais tempo, buscando, assim, cotações mais elevadas”, explica o Cepea-Esalq/USP. 

Na parcial de janeiro, a escala média nacional de abate está em 7,8 dias, a menor para este mês desde 2021. Para efeito comparativo, em dezembro de 2021, estava acima de 14 dias

A média mensal do Indicador do Boi Gordo Cepea/Esalq está na casa dos R$ 319, enquanto a carcaça casada bovina no atacado da Grande São Paulo registra média de R$ 23/kg, à vista.